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Pessoas poderosas acreditam ser mais altas

Poder nas alturas

O poder dá às pessoas um sentido exagerado de sua própria altura física.

Em uma série de experimentos, os pesquisadores descobriram uma correlação precisa entre sentir-se poderoso e sentir-se alto.

E os cientistas sugerem que as empresas devem tirar proveito disso.

Segundo eles, pode ser vantajoso colocar os trabalhadores de nível hierárquico mais alto para trabalhar em escritórios ou salas mais altas, como uma forma de fomentar seu senso psicológico de poder.

Altura do poder

“A altura é frequentemente usada como metáfora para o poder,” diz Michelle Duguid, da Universidade de Washington (EUA).

“Nós descobrimos que a experiência psicológica de poder leva os indivíduos a se sentirem mais altos que as medições objetivas de sua altura indicam que eles realmente são,” completa.

A pesquisadora afirma que outras pesquisas indicaram que pessoas que se impõem mais fisicamente têm maior probabilidade de adquirir poder, ao menos em experimentos de laboratório.

Mas esta é a primeira pesquisa que mostra a relação inversa – é como se o poder fizesse a pessoa literalmente “sentir-se nas alturas”.

Experiências de poder

“Esta descoberta pode ser um ponto de partida para explorar o relacionamento recíproco entre as experiências psicológica e física de poder,” propõe da pesquisadora.

Seu grupo agora planeja medir se a experiência de poder se alastra também por outros campos, alterando outras auto-percepções e auto-categorizações, ou seja, como os indivíduos se veem em outros aspectos.

Fonte: Diário da Saúde

Suporte para tablet pode evitar dores nos ombros e pescoço

Ergonomia dos tablets

Depois do sucesso instantâneo dos tablets, cientistas acreditam ter descoberto a próxima onda que invadirá o mercado.

Serão os suportes para tablets.

Antes disso, porém, será necessário desenvolver guias de postura adequados para o uso desses aparelhos, permitindo o desenvolvimento de suportes ergonomicamente corretos.

A popularidade repentina do iPad e seguidores não permitiu ainda que se desenvolvesse regras para otimizar o conforto e o bem-estar dos usuários.

Mas já começaram a aparecer as reclamações de dores no pescoço e nas costas.

Suporte para tablet

Como não têm apoio, e os usuários frequentemente querem ou precisam usar as duas mãos, os tablets acabam sendo colocados no colo.

Jack Dennerlein e seus colegas da Universidade de Harvard (EUA) concluíram que esta é a pior posição possível.

“Em comparação com os computadores tradicionais, o uso dos tablets está associado com posturas com grande flexão da cabeça e do pescoço, uma fonte certa de desconfortos e dores nessas regiões,” diz o pesquisador.

O ideal, segundo eles, é dar um jeito de colocar o tablet alto o suficiente para evitar uma inclinação muito forte do pescoço.

Colo e mesa

Os pesquisadores testaram dois tablets e seus respectivos suportes: iPad2 e Smart Cover, da Apple, e Xoom e Portfolio Case, da Motorola.

O Apple Smart Cover permite ângulos de inclinação entre 15° e 73°, e o Motorola Portfolio Casepermite oferece ângulos de inclinação entre 45° e 63°.

Foram testadas quatro configurações: no colo, no colo sobre o suporte, no suporte sobre a mesa e pequeno ângulo de inclinação, e no suporte sobre a mesa e elevado ângulo de inclinação.

Dor no pescoço ou nos braços

A flexão da cabeça e do pescoço variaram não apenas entre as diversas posições, mas também entre os dois modelos de tablet/suporte, principalmente pela diferença de ângulo oferecido pelos dois modelos.

O iPad2 foi associado com posturas mais flexionadas quando ele foi posto sobre seu suporte e no colo.

Os pesquisadores afirmam que, quanto maior o ângulo do tablet – quanto menos deitado ele fica – melhor é para o pescoço e a cabeça.

Por outro lado, colocar o aparelho de pé atrapalha o uso das mãos.

“Será necessário realizar novos estudos examinando os efeitos da posição do tablet, dos braços e dos pulsos para fazermos uma avaliação completa das posturas mais recomendáveis,” concluiu o grupo.

Fonte: Diário da Saúde

Fritura em azeite ou óleo de girassol não eleva risco cardíaco

Oliveira ou girassol

Já se sabia que o azeite de oliva pode reduzir a obesidade e diabetes, prevenir derrame e prevenir e até tratar o Alzheimer.

Agora, pesquisadores espanhóis demonstraram que, mesmo se usado em uma das técnicas de preparo de alimentos mais desaconselhadas pelos especialistas – a fritura – o azeite não faz mal.

Os cientistas da Universidade Autônoma de Madri não encontraram nenhuma correlação entre as frituras com azeite de oliva ou com óleo de girassol e problemas cardíacos ou mortes prematuras.

Mas as orientações anti-fritura continuam valendo para os demais tipos de óleo vegetal, assim como para aqueles de origem animal.

Sem ligação

O estudo envolveu o acompanhamento de 41 mil adultos durante 11 anos – pessoas com os mais diversos hábitos alimentares.

No início da pesquisa, nenhum deles tinha sinais de doença cardíaca.

No final do período, tinham ocorrido 606 incidentes relacionados a problemas cardíacos e 1.134 mortes.

Quando os pesquisadores analisaram os detalhes dos incidentes, não encontraram qualquer ligação destes com o consumo de alimentos fritos, e isso, segundo os especialistas, se deve ao tipo de óleo usado na fritura, no caso azeite e óleo de girassol.

Dieta mediterrânea

Não é de hoje que a dieta dos países do Mediterrâneo, entre os quais está a Espanha, é apontada como saudável por causa da abundância de peixe fresco e frutas e legumes plenos de fibras e de baixas calorias.

Inúmeros estudos já apontaram que uma dieta saudável pode reduzir o risco de doenças cardíacas e mesmo câncer.

O jeito de se alimentar desses países é conhecido como Dieta Mediterrânea, sendo considerada uma das mais saudáveis do mundo.

Fonte: Diário da Saúde

Mesmo após câncer, 40% dos fumantes continuam a usar o cigarro

Pesquisa foi feita com a participação de 5.388 pessoas com a doença.
Dados foram divulgados em revista da Sociedade Americana de Câncer.

Um estudo mostrou que 40% fumantes que descobriram ter câncer nos pulmões e no colo do reto continuam a fumar. A pesquisa foi divulgada no site da revista médica “Cancer”, da Sociedade Americana de Câncer.

O trabalho foi desenvolvido por uma equipe de pesquisadores o Hospital Geral de Massachusetts e a Faculdade de Medicina da Universidade Harvard, em Boston.

Os pesquisadores mediram o quanto fumavam 5.338 durante a época em que receberam o diagnóstico de câncer e cinco meses depois da notícia. No começo, 39% dos pacientes com câncer de pulmão e 14% com tumores no colo do reto faziam uso do cigarro.

Mesmo depois de tomarem conhecimento da doença, 14% dos participantes da pesquisa com câncer de pulmão prosseguiram fumando. Entre as pessoas com tumor no colo do reto, o hábito permaneceu para 9%. Os dados mostram que, após o diagnóstico, os portadores de câncer de pulmão estão mais dispostos a largar o vicio na comparação com os de colo do reto.

O uso prolongado do cigarro após o diagnóstico de câncer pode diminuir a resposta ao tratamento e elevar o risco de morte dos pacientes. Para o grupo, a importância da pesquisa está na possiblidade de identificação de perfis de pacientes com câncer mais ou menos propensos a largar o vício.

Fonte: G1

Tem silicone? Saiba como identificar possíveis complicações

As recentes notícias sobre as empresas PIP e Rófil, que produziram próteses mamárias com silicone industrial (impróprio para esse tipo de produto) deixaram as mulheres que passaram pela cirurgia em alerta vermelho. As dúvidas e receios atingiram também as mulheres que estavam planejando passar pelo procedimento.

O principal medo de todas é o rompimento da prótese, que poderia causar sérias conseqüências à saúde. O silicone não é absorvido pelo corpo e pode causar infecções e dores, além de outros problemas. Segundo o cirurgião plástico Luiz Philipe Molina, do Hospital CECMI (Centro Especializado em Cirurgias Minimamente Invasivas) é importante sempre verificar a qualidade do produto para evitar correr esse tipo de risco.

O médico afirma que todas as próteses possuem riscos de rompimento em algum momento. “Por isso, é essencial que a mulher faça o autoexame e revise a prótese todos os anos com o cirurgião plástico”, explica. Ele diz que, caso haja alguma suspeita de rompimento, exames como mamografia, ultrassonografia e ressonância magnética podem ser pedidos para avaliar melhor a situação.

A mulher também deve ficar atenta à qualquer anomalia na região da operação ou na prótese. “Tanto no rompimento como no encapsulamento do silicone, a prótese muda de consistência, ficando mais endurecida, e seu formato é alterado”, alerta. Os sintomas podem ou não serem acompanhados de dor.

Por fim, o médico também pede cautela na hora de escolher o profissional que irá fazer a cirurgia. O melhor é escolher médicos de confiança e filiados à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Fonte: Terra Saúde

Uso de salto alto pode trazer problemas de saúde; saiba mais

Sapatos de salto alto são ícones de beleza, poder e elegância e são adorados por mulheres de todas as idades. Só que o glamour também tem um preço alto, segundo Alexandre Godoy, ortopedista do Instituto de Ortopedia e Traumatologia (IOT) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (SP).

“O uso excessivo de salto alto pode trazer riscos à saúde, como lesões e deformidades nos pés e tornozelos”, contou. Outros problemas causados pelo acessório fashion são joanete, metatarsalgia (dor na região dos dedos e na face plantar), fasceíte plantar (dor no calcanhar), entorse do tornozelo, tendinite e problemas de coluna.

Evitar esses problemas é simples, segundo o médico, e não é preciso abrir mão do salto, mas deve-se optar por aqueles com até seis centímetros de altura para o dia a dia e deixar os maiores para as ocasiões especiais.

Os exercícios físicos constantes para o fortalecimento específico dos grupos musculares envolvidos na movimentação da coluna, pé e tornozelo são essenciais para quem precisa usar o acessório todos os dias, no trabalho, como as modelos. Godoy destacou ainda que não são todas as mulheres que podem usar o sapato de salto alto. Quem está tratando lesões na topografia do pé e tornozelo não deve usar o calçado, pois “prejudicam a cicatrização da lesão”.

Fonte: Terra Saúde

Pesquisadores brasileiros testam vacina oral contra hepatite B

Instituto Butantan pretende começar testes em humanos ainda em 2012
Sílica nanoestruturada pode resistir à acidez do estômago.

Uma pesquisa brasileira está a caminho de desenvolver a primeira vacina oral contra a hepatite B. Já existe vacina disponível para a doença, mas a imunização é feita por meio de injeções.

O principal objetivo da nova fórmula é reduzir os gastos nas campanhas de vacinação. “Seringa e agulha têm um custo elevado”, apontou Osvaldo Augusto Sant’Anna, coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Toxinas do Instituto Butantan, em São Paulo.

O Ministério da Saúde fornece a vacina a todos os cidadãos até os 29 anos. A hepatite B é uma infecção do fígado, provocada por um vírus, que pode provocar lesões graves em longo prazo.

Testes
A vacina oral se mostrou segura e eficaz nos testes com camundongos, ratos e cachorros. Os pesquisadores do Instituto Butantan estão preparando os protocolos necessários para iniciar os testes com humanos.

Esses testes precisam de autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Sant’Anna espera que a primeira fase de testes seja concluída até o fim de 2012.

Sílica nanoestruturada
A novidade apresentada pelo grupo brasileiro é uma substância chamada sílica nanoestruturada. Ela foi elaborada quimicamente para resistir à acidez e às enzimas do estômago, para ser absorvida apenas no intestino.

O pesquisador explicou que as vacinas orais disponíveis hoje funcionam porque são absorvidas ainda no esôfago, mas isso só dá certo com algumas doenças. “A sílica é a primeira possibilidade de atravessar a acidez do estômago”, garantiu Sant’Anna.

A ideia é colocar uma forma do vírus da hepatite B dentro da sílica. As células do sistema de defesa presentes no intestino capturam a substância e o corpo fica imunizado contra aquele agente causador.

“É como se fosse um envelope que leva a carta”, comparou o pesquisador. Segundo ele, se a técnica funcionar em humanos, pode servir para vários tipos diferentes de doença.

Mudanças na vacinação
Para Sant’Anna, isso valeria, por exemplo, para a vacina de poliomielite. Hoje, existe uma vacina oral contra a doença – a chamada vacina Sabin –, mas a injeção é considerada mais eficaz e segura. Tanto que o Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (18) a substituição da dose oral pela injetável.

Outra novidade anunciada foi a entrada da vacina pentavalente no calendário de vacinação. Em uma única dose, a criança será imunizada contra difteria, tétano, coqueluche, haemophilus influenza tipo B e a própria hepatite B.

Segundo o entrevistado, essas mudanças não trazem alterações para os pesquisadores do Butantan. “Nossa ideia, inclusive, é criar vacinas orais polivalentes [que previnam mais de uma doença]”, concluiu.

Fonte: G1

Exercício físico ‘recicla’ células, mostra estudo

‘Autofagia’ facilita adaptação das células e protege contra diabetes.
Descoberta foi feita em estudo com camundongos.

Cientistas descobriram mais uma forma como a atividade física pode fazer bem à saúde. Uma pesquisa publicada online pela revista científica “Nature” nesta quarta-feira (18) mostra que os exercícios induzem a “autofagia”.

Na autofagia, a célula elimina organelas velhas e se alimenta desse material que ela mesmo expeliu. Em outras palavras, é um processo de “reciclagem” das células, que permite que elas se adaptem às mudanças nas demandas energéticas e nutricionais do corpo.

Essa “reciclagem” previne contra o desenvolvimento da resistência à insulina, que tem como principal consequência a diabetes tipo 2. Em outros estudos, já se mostrou também que o processo retarda o envelhecimento e protege contra alguns tipos de câncer.

O estudo que achou a relação entre exercícios físicos e esse processo foi feito com camundongos. Primeiro, os pesquisadores descobriram que isso acontece um tipo de camundongos selvagens. Depois, desenvolveram uma mutação genética em um grupo de animais para comparar o que acontecia com os dois grupos, e chegaram a essa conclusão.

“Antes desse estudo, pensava-se que a fome era o principal indutor de autofagia in vivo [em animais vivos], e agora descobrimos que uma pequena sessão de exercícios pode induzir autofagia de maneira semelhante em camundongos bem alimentados”, disse ao G1 Congcong He, da Universidade do Texas Southwestern, autora da pesquisa.

“Mais importante, é a primeira vez que é revelado o papel da autofagia na capacidade de resistência nos exercícios e os efeitos benéficos mediados à saúde pelo exercício”, completou a pesquisadora.

Inicialmente, o estudo encontrou a “reciclagem” induzida pelos exercícios em células musculares, localizadas no coração e perto dos ossos. No entanto, os cientistas que conduziram o estudo também já descobriram o processo no fígado, no pâncreas e em células adiposas.

“É possível que a autofagia tenha um papel essencial nos efeitos benéficos da autofagia também nesses órgãos, o que é um de nossos próximos passos, utilizando modelos de camundongos com deficiência de autofagia em tecidos específicos.

Fonte: G1

Saiba como parar de comer depois de já estar satisfeita

Nem sempre paramos de comer depois de saciados. O ideal é utilizar alguns truques para avisar seu cérebro que já está satisfeita.

Faça planos para depois das refeições: se você tiver algo para fazer após a refeição, fica mais fácil evitar segundos desnecessários à mesa e deixar de comer quando estiver satisfeito. Não precisa ser algo grandioso, basta planejar algo para fazer. Isso o ajudará a manter o foco em outra coisa e parar de se alimentar.

Fonte: Terra Saúde

No verão, cuidados com os olhos devem ser redobrados

Muito sol, piscina e protetor solar: estes são alguns dos ingredientes mais comuns em um verão com altas temperaturas. Apesar de tudo isso também significar muita diversão, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo alerta para os cuidados específicos para os olhos, que, quando seguidos à risca, podem prevenir incômodos e garantir férias mais felizes.

De acordo com o órgão, as alergias oculares e irritações são problemas comuns durante este período do ano, e, de um modo geral, decorrem do excesso de cloro em piscinas, da exposição à luz do sol e aos filtros solares. “O excesso de cloro na água da piscina, além de causar reação alérgica, gera uma grande irritação e vermelhidão na região dos olhos, pois o cloro presente na água seca as lágrimas, deixando as pálpebras ressacadas. Logo que a pessoa sair da água da mar, piscina ou lago, é importante lavar bem o rosto, principalmente os olhos”, explica Stefânia Danca, oftalmologista do Ambulatório de Especialidades Várzea do Carmo, na capital paulista.

Ela explica que a melhor maneira de proteger os olhos do sol é usando chapéus e óculos e reforça que, em caso de alergias leves, o tratamento deve ser feito a base de colírio lubrificante ou “lágrima artificial”, para lubrificar os olhos. Outros tipos de colírios exigem prescrição médica.

Caso o problema persista, é preciso se afastar do produto que pode ter causado a reação e, na sequencia, procurar um médico que irá orientar sobre os melhores procedimentos.

Fonte: Terra Saúde