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	<title>Helplink - notícias</title>
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	<description>Seu portal de notícias de saúde</description>
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		<title>Estudo: nova fórmula da aspirina pode combater 11 tipos de cânceres</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 12:46:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Assessoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma nova versão da aspirina pode diminuir os tumores e atacar 11 formas diferentes de câncer, de acordo com pesquisa. A nova fórmula também é mais segura do que a encontrada nas farmácias atualmente, que tem hemorragia, úlcera e insuficiência renal na lista de efeitos colaterais. As informações são do Daily Mail. A nova aspirina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><a href="http://www.helplink.com.br/noticias/wp-content/uploads/2012/03/Aspirina.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3307" src="http://www.helplink.com.br/noticias/wp-content/uploads/2012/03/Aspirina.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Uma nova versão da aspirina pode diminuir os tumores e atacar 11 formas diferentes de câncer, de acordo com pesquisa. A nova fórmula também é mais segura do que a encontrada nas farmácias atualmente, que tem hemorragia, úlcera e insuficiência renal na lista de efeitos colaterais. As informações são do <em>Daily Mail</em>.</p>
<p>A nova aspirina é mais potente do que a antiga, de modo que requer doses mais baixas para ser eficaz, minimizando os efeitos secundários causados pelo medicamento. Os cientistas descobriram que a fórmula pode reduzir o crescimento de 11 diferentes tipos de células cancerígenas que provocam a doença no pâncreas, cólon, próstata, mama e leucemia &#8211; sem prejudicar as células normais.</p>
<p>Até o momento, a droga, nomeada como Aspirina Nosh, só foi testada em animais. Neles, o medicamento mostrou 85% de eficácia no combate ao câncer, sem causar prejuízos para o organismo.</p>
<p>O autor do estudo, Khosrow Kashfi, do The City College de Nova York, disse que a Aspirina Nosh poderia ser usada em conjunto com outros remédios para diminuir tumores antes de cirurgias ou sessões de quimioterapia. Uma pesquisa anterior mostrou que a aspirina antiga pode reduzir o tamanho de tumores em até 50%. Mas o uso da velha fórmula tem efeitos colaterais graves.</p>
<p>O grande diferencial da nova droga é o composto mais potente com o mínimo de toxicidade para as células. Ela é baseada em um híbrido de duas formulações anteriores. Kashfi disse que o próximo passo para que o medicamento chegue às farmácias é fazer testes de toxicidade e clínicos.</p>
<p>Fonte: Terra Saúde</p>
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		<title>Após alerta de risco de câncer, Coca pode mudar fórmula de corante</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 12:44:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Assessoria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisa americana afirma que substância seria cancerígena. Fabricante diz que químico é seguro, mas pode reduzir sua quantidade. A fabricante de refrigerantes Coca-Cola informou que pode reduzir a quantidade de um químico encontrado no corante caramelo após ele ter sido considerado cancerígeno pela lei do estado americano da California e por um estudo feito por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.helplink.com.br/noticias/wp-content/uploads/2012/03/Refrigerante.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3304" src="http://www.helplink.com.br/noticias/wp-content/uploads/2012/03/Refrigerante.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Pesquisa americana afirma que substância seria cancerígena.<br />
Fabricante diz que químico é seguro, mas pode reduzir sua quantidade.</p>
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<p>A fabricante de refrigerantes Coca-Cola informou que pode reduzir a quantidade de um químico encontrado no corante caramelo após ele ter sido considerado cancerígeno pela lei do estado americano da California e por um estudo feito por um grupo de defesa do consumidor nos Estados Unidos.</p>
<p><a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/03/substancia-comum-em-refrigerantes-seria-cancerigena-diz-pesquisa.html"></a>Segundo as agências de notícias Reuters e AFP, tanto Coca-Cola quanto Pepsi vão fazer a redução na Califórnia. Ao <strong>G1</strong>, a assessoria de imprensa da Coca-Cola no Brasil informou que a medida “pode” ser tomada no estado americano, mas afirmou que não se trata de uma alteração na fórmula.</p>
<p>&#8220;O corante caramelo utilizado em nossos produtos é absolutamente seguro. Coca-Cola não alterará sua fórmula mundialmente conhecida. Mudanças no processo de fabricação de qualquer um dos ingredientes, como o corante caramelo, não têm potencial para modificar a cor ou o sabor da Coca-Cola. Ao longo dos anos já implementamos outras mudanças no processo de fabricação de ingredientes sem, entretanto, ter alterado nossa fórmula secreta. Continuamos a nos orientar por evidências científicas sólidas para garantir que nossos produtos sejam seguros. O elevado padrão de qualidade e segurança dos nossos produtos permanece sendo nossa mais alta prioridade&#8221;, disse a Coca-cola, em nota.</p>
<p>A AmBev, responsável pela Pepsi no Brasil, ainda não se pronunciou a respeito.</p>
<p>A controvérsia envolvendo o corante caramelo é antiga e atingiu seu pico nas últimas semanas. Em janeiro, o químico 4-metil imidazol (4-MI) entrou na lista de substâncias consideradas de risco na Califórnia.</p>
<p>Nesta semana, um estudo conduzido por um grupo de defesa ao consumidor ( o Centro de Ciência de Interesse Público &#8212; CSPI, na sigla em inglês) afirmou que o 4-MI causaria câncer em animais.</p>
<p>Na pesquisa recente do CSPI, latinhas vendidas em Washington tinham entre 103 e 153 microgramas da substância. A legislação da Califórnia prevê que o limite considerado seguro para o consumo em uma latinha é de 29 microgramas (milionésimos de grama) de 4-MI.</p>
<p>Pelas normas brasileiras, estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o uso da substância na produção de corantes é permitido, “desde que o teor de 4-metil imidazol não exceda no mesmo a 200mg/kg (duzentos miligramas por quilo)”.</p>
<p>Segundo o toxicologista Anthony Wong, diretor do Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (Ceatox), a substância se mostrou tóxica para ratos e camundongos na concentração de 360 mg/kg, que é pouco menos que o dobro do limite legal no Brasil.</p>
<p>A vigilância sanitária dos Estados Unidos (a FDA – Administração de Comida e Drogas, na sigla em inglês), afirmou não acreditar que os refrigerantes causassem um risco real de câncer, mas que iria investigar a acusação do grupo. “Um consumidor teria que consumir bem mais de mil latas de refrigerante por dia para alcançar as doses administradas [dadas aos animais] nos estudos que mostraram relação com o câncer em roedores”, afirmou Doug Karas, porta-voz do FDA.</p>
<p>Na quinta-feira, ao <strong>G1</strong>, A Coca-Cola informou em nota que os ingredientes e as quantidades utilizados nos seus produtos “seguem rigorosamente os limites estabelecidos pela Anvisa e pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento”.</p>
<p>Já a AmBev informou que a PepsiCo faz parte da Associação Americana de Bebidas, que se posicionou oficialmente:</p>
<p>“Isso não é nada mais que uma tática de pavor do CSPI e suas afirmações são ultrajantes. A ciência simplesmente não mostra que o 4-MI em alimentos ou bebidas seja uma ameaça à saúde humana. Na verdade, dados de agências reguladoras em todo o mundo, incluindo o FDA, a Autoridade Europeia de Saúde Alimentar e a Saúde Canadá consideram o corante caramelo seguro para uso em alimentos e bebidas. O CSPI alega fraudulentamente que está operando em interesse da saúde pública, quando está claro que sua única motivação é assustar o povo americano”, acusou a associação.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Tiques nervosos atingem uma em cada seis crianças; saiba mais</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 12:40:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Assessoria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os movimentos ou sons repentinos e repetitivos, alheios à vontade e controle da pessoa, são mais frequentes do que se acredita nas crianças. Eles afetam uma em cada seis, 16,86%, embora costumem desaparecer ou diminuir com a idade. &#8220;Antes se achava que era um transtorno raro e, como unicamente era estudado em pacientes que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.helplink.com.br/noticias/wp-content/uploads/2012/03/Tiques.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3300" src="http://www.helplink.com.br/noticias/wp-content/uploads/2012/03/Tiques.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Os movimentos ou sons repentinos e repetitivos, alheios à vontade e controle da pessoa, são mais frequentes do que se acredita nas crianças. Eles afetam uma em cada seis, 16,86%, embora costumem desaparecer ou diminuir com a idade.</p>
<p>&#8220;Antes se achava que era um transtorno raro e, como unicamente era estudado em pacientes que se consultavam por causa disso, só se viam tiques nervosos graves. Agora se sabe que a maioria são transtornos leves, que não têm repercussão funcional&#8221;, explicou a neurologista Esther Cubo.</p>
<p>Segundo o neuropediatra Emilio Fernández-Álvarez, do Hospital Sant Joan de Déu, em Barcelona, &#8220;os tiques nervosos não são uma doença mental nem podem causar uma patologia deste tipo. As crianças que apresentam tiques nervosos têm níveis de inteligência perfeitamente normais&#8221;.</p>
<p>Sacudir ou inclinar a cabeça, roer as unhas ou os lábios, tapar a boca com a mão, mexer no cabelo toda hora, franzir a testa, esticar o pescoço, pigarrear, tragar saliva, arrancar pelos dos supercílios, ficar piscando ou fechando os olhos, entre outros.</p>
<p>O repertório de tiques nervosos, essas contrações involuntárias que envolvem um determinado grupo de músculos, é tão amplo como grande a preocupação dos pais, quando observam que seu filho ou filha adotou o &#8220;desagradável costume&#8221; de realizar estes movimentos de forma repetitiva e frequentemente espasmódica.</p>
<p><strong>Quando o corpo se rebela</strong><br />
&#8220;Na criança, os tiques nervosos adotam muitas formas, mudam de forma e ao longo de sua evolução variam em sua localização como em sua intensidade. Podem se dividir em tiques nervosos motores simples, que implicam um só músculo ou grupo muscular, tiques nervosos motores complexos (um movimento elaborado que envolve vários grupos musculares, e tiques nervosos fônicos, quando se expressa com vocalizações, ruídos simples ou linguagem articulada&#8221;, explicou o neuropediatra.</p>
<p>Segundo Emilio, autor do livro <em>Entendendo os Tiques Nervosos</em> (tradução livre), os tiques são a expressão de um transtorno orgânico, embora fatores emocionais possam representar um papel em sua expressão, são o transtorno do movimento mais frequente na criança, predominam nos meninos e afetam entre 3% e 6% das crianças de 6 a 11 anos de idade.</p>
<p>Os tiques nervosos costumam começar entre os 5 e 10 anos: 99% dos casos, antes dos 15 anos, por definição são transitórios e desaparecem espontaneamente antes de um ano.</p>
<p>Os tiques nervosos crônicos e a Síndrome de Tourette, um transtorno neurológico caracterizado por movimentos repetitivos, estereotipados e involuntários e a emissão de sons vocais, desaparecem espontaneamente, em 70% dos casos antes dos 17 anos de idade&#8221; segundo o especialista da AEPED .</p>
<p>De acordo com o médico, para o manejo clínico dos tiques nervosos são essenciais uma correta informação das peculiaridades do processo, que nem sempre pode se considerar uma doença, e avaliação dos transtornos associados.</p>
<p>&#8220;Nos casos leves a informação e o acompanhamento evolutivo pode ser suficiente, enquanto o tratamento farmacológico deve ser reservado para os casos nos quais os tiques nervosos criam problemas moderados ou graves na criança ou seu ambiente escolar, o que ocorre mais frequentemente com os tiques nervosos fônicos&#8221;, segundo o especialista.</p>
<p>Fonte: Terra Saúde</p>
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		<title>Remoção de próstata é eficaz contra câncer &#8216;incurável&#8217;, diz estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 12:38:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Assessoria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cirurgia funciona nos casos em que a radioterapia não resolve. Pesquisa internacional foi liderada por brasileiro. A cirurgia de remoção da próstata é mais eficaz do que se pensava nos casos em que o câncer reaparece no órgão. A chamada “cirurgia de resgate” se oferece cada vez mais como uma cura para os pacientes em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.helplink.com.br/noticias/wp-content/uploads/2012/03/Cancer-prostata.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3294" src="http://www.helplink.com.br/noticias/wp-content/uploads/2012/03/Cancer-prostata.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Cirurgia funciona nos casos em que a radioterapia não resolve.<br />
Pesquisa internacional foi liderada por brasileiro.</p>
<p>A cirurgia de remoção da próstata é mais eficaz do que se pensava nos casos em que o câncer reaparece no órgão. A chamada “cirurgia de resgate” se oferece cada vez mais como uma cura para os pacientes em que a radioterapia não acabou com a doença, segundo estudo liderado pelo urologista brasileiro Daher Chade, do Memorial Sloan-Kettering Cancer Center de Nova York, que contou com a participação de acadêmicos de todo o mundo, inclusive da Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p>A pesquisa apresentada no último congresso da Associação Europeia de Urologia, na França, foi uma compilação de vários estudos anteriores &#8212; o que é conhecido pelos cientistas como metanálise.</p>
<p><strong>O que é?</strong><br />
Tradicionalmente, há duas formas de tratar o câncer de próstata, quando ele é diagnosticado no início, ainda localizado: a radioterapia e a cirurgia.</p>
<p>A cirurgia é a remoção total da próstata, das vesículas seminais e dos gânglios. Essa cirurgia pode ser feita com acesso aberto, com a ajuda de uma câmera – laparoscopia – ou com um braço robótico. Os dois últimos métodos têm uma recuperação mais fácil, pois são menos invasivos, mas as três técnicas não têm diferença do ponto de vista do efeito sobre o câncer.</p>
<p>Se o tumor ainda não tiver atingido outros órgãos, a cirurgia elimina o câncer. Porém, metade dos pacientes que passam pela cirurgia sofre com a impotência sexual, e 15% deles têm incontinência urinária.</p>
<p>Por isso, muitos pacientes optam pela radioterapia. O tratamento com raios X não implica a retirada da próstata, por isso não dá tantos efeitos colaterais. Porém, nem sempre o tumor é completamente removido.</p>
<p>O foco da pesquisa liderada por Chade foi esse tipo de câncer reincidente. “Quando isso acontece, os médicos vinham considerando incurável”, afirmou o urologista.</p>
<p>A quimioterapia, segundo ele, é “paliativa”, pois não resolve o problema, apenas controla a doença por mais tempo. Além disso, o paciente precisa fazer tratamento hormonal, cujos efeitos colaterais sobre a potência sexual são até mais fortes que os da cirurgia.</p>
<p>O que esse estudo comprovou foi que a cirurgia de remoção funciona como uma cura também nesses casos em que o câncer ressurge – desde que localizado –, e não só no primeiro surgimento do tumor. “A técnica não é nova, o que é novidade é a aplicação da cirurgia nesses casos”, disse o médico.</p>
<p>Segundo Chade, praticamente 100% os pacientes que tentavam a cirurgia nesses casos sofriam de impotência e de incontinência. “Hoje, descobrimos 50% de impotência e 15% de incontinência. São dados parecidos com os da primeira cirurgia”, apontou.</p>
<p>“A grande novidade, que ninguém tinha juntado os dados ainda, é a respeito das complicações”, concluiu o pesquisador.</p>
<p>Na visão dele, o estudo traz mais uma opção de tratamento para um caso que era visto com pouca esperança no meio. “Agora depende de, no dia-a-dia, os médicos aplicarem o que foi descoberto”, ele disse.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Estudo: mudança para horário de verão aumenta risco de infarto</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 12:37:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Assessoria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apesar de a mudança para o horário de verão ser uma desculpa perfeita para chegar uma hora atrasado ao trabalho, ela causa prejuízos à saúde e deve ser vista com atenção. Cientistas da Universidade de Alabama descobriram que a troca abrupta de horários aumenta em 10% as chances de ataques cardíacos. As informações são do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><a href="http://www.helplink.com.br/noticias/wp-content/uploads/2012/03/horavio-verao.png"><img class="alignright size-full wp-image-3291" src="http://www.helplink.com.br/noticias/wp-content/uploads/2012/03/horavio-verao.png" alt="" width="300" height="300" /></a>Apesar de a mudança para o horário de verão ser uma desculpa perfeita para chegar uma hora atrasado ao trabalho, ela causa prejuízos à saúde e deve ser vista com atenção. Cientistas da Universidade de Alabama descobriram que a troca abrupta de horários aumenta em 10% as chances de ataques cardíacos. As informações são do <em>Daily mail</em>.</p>
<p>O impacto da alteração na programação diária da pessoa começa a ser sentido no domingo &#8211; já que o horário muda sempre de sábado para domingo -, mas é na segunda-feira que risco de problemas no coração é maior.</p>
<p>A justificativa para este fenômeno ainda não foi descoberta, mas, segundo o especialista Martin Young, &#8220;a privação do sono, relógio circadiano do corpo e todas as respostas imunes podem entrar em jogo quando se considera razões que a mudança do tempo pode ser prejudicial para a saúde de alguém.&#8221;</p>
<p><strong>Como se preparar</strong><br />
No fim de semana da mudança, acorde 30 minutos mais cedo no sábado e domingo. Pratique exercícios à luz do sol logo pela manhã.</p>
<p>Sincronizar o ritmo circadiano a um ambiente em mudança pode levar algum tempo. Por isso, o ideal é se preparar para a troca de horários alguns dias antes. &#8220;Isso ajuda a redefinir tanto o relógio central no cérebro que reage às mudanças de ciclos luz/obscuridade, e os relógios periféricos &#8211; que reagem à ingestão de alimentos e atividade física&#8221;.</p>
<p>Young alertou que a privação do sono causa aumento de peso, risco de diabetes e doenças cardíacas. Além disso, o hábito pode contribuir para um ataque cardíaco, pois altera o processo de resposta inflamatória do organismo.</p>
<p>Fonte: Terra Saúde</p>
</div>
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		<title>OMS diz que substância reduz complicações da cirurgia de aborto</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 12:36:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Assessoria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Misoprostol é usado como abortivo e tem venda proibida no Brasil. Médicos viram benefícios em uso associado a cirurgias. O uso do medicamento misoprostol antes de cirurgias de aborto diminui os riscos de complicações em até um terço, segundo um estudo publicado online na revista médica “The Lancet”. O misoprostol é usado em hospitais para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.helplink.com.br/noticias/wp-content/uploads/2012/03/Misoprostol.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3288" src="http://www.helplink.com.br/noticias/wp-content/uploads/2012/03/Misoprostol.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Misoprostol é usado como abortivo e tem venda proibida no Brasil.<br />
Médicos viram benefícios em uso associado a cirurgias.</p>
<p>O uso do medicamento misoprostol antes de cirurgias de aborto diminui os riscos de complicações em até um terço, segundo um estudo publicado online na revista médica “The Lancet”.</p>
<p>O misoprostol é usado em hospitais para induzir o parto em mulheres com dificuldades para ter dilatação e para expulsar fetos presos no útero após abortos naturais. No mercado negro, é usado como abortivo com o nome comercial “Cytotec”. Sua venda ao público em geral é proibida desde 1998 no Brasil. Apenas uma empresa tem autorização no país para fabricar misoprostol e apenas para uso hospitalar.</p>
<p>O uso da substância como abortivo é extremamente arriscado, segundo os médicos. Os efeitos colaterais são hemorragia, dor intensa, náuseas e vômitos. O aborto pode não ser total e causar deformações no feto. Também há risco de morte para a mãe.<a href="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1391213-5598,00-ME+CONTORCIA+MUITO+E+CHEGAVA+A+GRITAR+DIZ+ADOLESCENTE+QUE+ABORTOU.html"></a></p>
<p><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1391213-5598,00-ME+CONTORCIA+MUITO+E+CHEGAVA+A+GRITAR+DIZ+ADOLESCENTE+QUE+ABORTOU.html"></a></p>
<p>O aborto é proibido no Brasil, considerado um “crime contra a vida”. A pena no Código Penal para uma mulher que aborta pode chegar a três anos de prisão. Terceiros que façam um aborto em uma gestante podem ficar presos por até quatro anos. Abortos sem o consentimento da mulher ou em menores de 14 anos têm pena de até 10 anos. Se a gestante morrer em consequência do procedimento, o tempo de prisão é dobrado.</p>
<p>O procedimento só é autorizado em casos de gravidez resultante de estupro ou de risco de morte da gestante.</p>
<p>O estudo publicado nesta quinta-feira (8) foi feito pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e analisou apenas os efeitos do medicamento em seu uso associado a cirurgias abortivas em países onde o aborto é permitido por lei.</p>
<p>Das 4.972 mulheres que passaram por abortos estudadas (todas com menos de 12 semanas de gestação), aquelas que receberam o misoprostol até três horas antes da operação tiveram um terço menos chances de sofrer uma complicação, como uma eliminação incompleta do embrião, hemorragia, dores e náuseas.</p>
<p>Segundo os autores do estudo, o uso do remédio nesses casos pode ser positivo – desde que as mulheres sejam informadas de seus riscos e efeitos.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Termogênico emagrece? Veja como eles agem no organismo</title>
		<link>http://www.helplink.com.br/noticias/?p=3283</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 17:29:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Assessoria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Algumas pessoas frequentam academias, praticam esportes ou correm em parques durante a semana mas, ao chegar o final do mês o resultado na balança é quase nulo. Então, aparecem anúncios de produtos milagrosos que ajudam a queimar mais calorias durante os exercícios e na perda de vários quilos em um curto período de tempo: os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.helplink.com.br/noticias/wp-content/uploads/2012/03/Termogenico.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3284" src="http://www.helplink.com.br/noticias/wp-content/uploads/2012/03/Termogenico.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Algumas pessoas frequentam academias, praticam esportes ou correm em parques durante a semana mas, ao chegar o final do mês o resultado na balança é quase nulo. Então, aparecem anúncios de produtos milagrosos que ajudam a queimar mais calorias durante os exercícios e na perda de vários quilos em um curto período de tempo: os termogênicos. Este público se apoia nestas substâncias que, além de não serem milagrosas, podem trazer riscos graves à saúde.</p>
<p>&#8220;A amiga chega, diz que tomou comprimidos e emagreceu tantos quilos, aí a outra compra e começa a tomar. Só que a amiga malhou como louca, por isso perdeu e a outra não&#8221;, exemplificou o endocrinologista Tércio Rocha. Segundo ele, os produtos termogênicos vendem promessas que não podem cumprir, como, por exemplo, a eliminação de gordura localizada. &#8220;O termogênico aumenta a capacidade de desprender calorias e eleva a temperatura interna do corpo&#8221;, definiu o profissional.</p>
<p>O problema começa quando, durante o uso do produto, o resultado não é obtido. &#8220;Sem exercícios, o termogênico não ajuda em nada&#8221;, ressaltou Rocha. Então, a pessoa aumenta a dose e fica sujeita à taquicardia, pressão alta, acidentes vasculares cerebrais, alteração de humor, insônia, ansiedade, falta de ar, problemas no fígado e rins, complicações nos pulmões e insuficiência cardíaca, segundo o endocrinologista.</p>
<p>A principal substância termogênica é a efedrina &#8211; proibida no Brasil e nos EUA -, de acordo com a presidente do departamento de obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Rosana Radominski. No Brasil, os suplementos são feitos à base de cafeína, disse ela. Porém, diferente da efedrina e da anfetamina &#8211; que têm efeito mais agressivo &#8211; o corpo se adapta facilmente à cafeína, por isso ela deixa de aumentar o gasto calórico no organismo.</p>
<p><strong>Ação no organismo</strong><br />
Os termogênicos aumentam a temperatura corporal e os batimentos cardíacos, o que dá mais disposição e energia para praticar atividades físicas. &#8220;A pessoa fica agitada&#8221;, explicou Rosana. O sangue circula em velocidade mais elevada pelo organismo e ocorre a dilatação das veias. No entanto, Rosana afirmou que a quantidade de substâncias termogênicas nos suplementos regularizados é inferior à necessária para emagrecer.</p>
<p>&#8220;A efedrina ajudaria a perder peso se ingerida em altas doses, mas aí vêm os riscos&#8221;, disse ela. Com isso, o efeito destes produtos é como o de um placebo, afirmou a endocrinologista. O mesmo acontece com suplementos a base de L-Carnitina e Taurina &#8211; aminoácidos já produzidos pelo organismo. &#8220;Eles também não aumentam o gasto de energia e não ajudam a emagrecer&#8221;, disse Rosana.</p>
<p>De acordo com o personal trainer Bruno Franco, os termogênicos à base de efedrina e anfetaminas tinham um efeito mais rápido, no entanto, os vendidos hoje, feitos com substâncias legais, não surtem tanto efeito. &#8220;As doses de taurina e cafeína são baixas, por isso os termogênicos aumentam muito pouco o gasto calórico&#8221;, disse ele. Aumentar a dosagem para compensar a concentração da substância é um risco alto à saúde, alertou ele.</p>
<p>Os termogênicos não causam dependência, pois ao invés de &#8220;agradar&#8221; o cérebro, causam irritação, explicou a endocrinologista. &#8220;A pessoa pode apenas se sentir cansada se parar de tomar&#8221;, disse ela. A profissional lembrou que &#8220;não existe medicamento sem efeitos colaterais&#8221;. Para ela, deve-se considerar os riscos contra os benefícios. No caso dos termogênicos, &#8220;a perda de 2kg não supera tudo o que a substância por causar no organismo&#8221;.</p>
<p><strong>Emagrecimento saudável</strong><br />
Um estudo desenvolvido pelas faculdades norte-americanas Ucla, Stanford e Harvard descobriu que por meio de um exame na saliva é possível traçar os exercícios e dieta ideais para determinado indivíduo. Conhecido como Pathway Fit, &#8220;o exame faz uma análise do genótipo e mostra o caminho certo para melhor condicionamento físico&#8221;, disse o endocrinologista Tércio Rocha.</p>
<p>Segundo ele, pesquisas mostram que a dieta feita com base no resultado do Pathway Fit proporciona uma perda de peso 3,2 vezes mais intensa do que a comum (sem base em informações genéticas). A análise também indica os exercícios mais adequados e, de acordo com Rocha, é possível ganho de 1,8 vezes mais músculos com as atividades certas. No Brasil, o exame é chamado de panorama genômico e é feito nos principais laboratórios do País. &#8220;O resultado fica pronto em 30 dias e a pessoa o leva para um nutricionista e um personal trainer&#8221;, completou o profissional.</p>
<p>Apesar de os suplementos termogênicos não serem recomendados, café, guaraná, chá branco, canela, gengibre &#8211; todos termogênicos &#8211; podem ser benéficos quando consumidos em doses equilibradas. Os alimentos citados não garantem o emagrecimento, mas fornecem energias para a prática de exercícios, de acordo com o endocrinologista Tércio Rocha.</p>
<p>A dica do personal trainer Bruno Franco é a alimentação em intervalos curtos durante o dia. &#8220;Quando você fica muito tempo sem comer, o corpo entra em um estágio de economia de calorias. Se a pessoa se alimenta a cada duas horas, o organismo libera mais calorias, pois sabe que logo elas serão repostas&#8221;, explicou. O método ajuda a acelerar o metabolismo.</p>
<p>Fonte: Terra Saúde</p>
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		<title>Leucemia tem 83% de chance de cura quando descoberta é precoce</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2012 17:34:03 +0000</pubDate>
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<p><a href="http://www.helplink.com.br/noticias/wp-content/uploads/2012/03/Leucemia.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3279" src="http://www.helplink.com.br/noticias/wp-content/uploads/2012/03/Leucemia.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>A leucemia, tumor que afeta os glóbulos brancos, é a principal causa de morte infantil no Brasil e corresponde a 33% dos casos de câncer que afetam crianças e adolescente, de acordo com o Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (GRAAC). Por outro lado, as chances de cura são altas e chegam a 83% quando a doença é descoberta cedo e o paciente recebe o tratamento adequado.</p>
<p>A atriz Luiza Valdetaro confirmou nesta sexta-feira (2) que sua filha, Maria Luiza, de 3 anos, foi diagnosticada com leucemia. &#8220;Susto e tristeza já deram lugar à fé e a força. Há 20 dias Malu foi diagnosticada com leucemia&#8221;, escreveu Luiza no <em>Twitter</em>. A criança já começou o tratamento, segundo a assessoria da atriz.</p>
<p><strong>Casos</strong><br />
O GRRAC informou que 70% dos casos de leucemia que passaram pelo hospital do grupo tiveram um final feliz. Este é o caso de Érika Marques, 6 anos, que foi diagnosticada com leucemia há um ano. Ao receber a notícia, a mãe Valdenice Marques ficou sem chão, mas ganhou esperança durante o tratamento &#8211; que pode ser com quimioterapia, radioterapia ou transplante de medula.</p>
<p>No caso de Érika, foi indicada a quimioterapia. Ela passou por sessões diárias do tratamento que a deixou sem cabelos e ânimo. O apoio dos pais e da família foram fundamentais para a recuperação da menina, que voltou a frequentar a escola normalmente. Agora, ela faz quimioterapia a cada 20 dias.</p>
<p>O caso de Gyslaine Faria, 7 anos, foi mais grave. Aos quatro anos, ela foi identificada como portadora da doença. Na primeira fase do tratamento, Gyslaine ficou internada 42 dias na UTI no GRAACC, pois sua imunidade era muito baixa. Gyslaine fez quimioterapia diariamente por nove meses, perdeu peso e os cabelos. Depois de três anos ela pode deixar a quimioterapia e não está mais doente.</p>
<p>Fonte: Terra Saúde</p>
</div>
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		<title>Equipe faz testes com nova droga contra diabetes nos Estados Unidos</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2012 17:32:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Remédio TAK-875 reduziu açúcar no sangue de pacientes em estudo. Dados sobre a novidade foram divulgados na revista médica &#8216;The Lancet&#8217;. Um estudo norte-americano apresenta uma nova droga para o mercado de remédios contra a diabetes do tipo 2, doença que afeta a capacidade do corpo em utilizar o açúcar (glicose) disponível no sangue para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.helplink.com.br/noticias/wp-content/uploads/2012/03/Diabetes.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3276" src="http://www.helplink.com.br/noticias/wp-content/uploads/2012/03/Diabetes.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Remédio TAK-875 reduziu açúcar no sangue de pacientes em estudo.<br />
Dados sobre a novidade foram divulgados na revista médica &#8216;The Lancet&#8217;.</p>
<p>Um estudo norte-americano apresenta uma nova droga para o mercado de remédios contra a diabetes do tipo 2, doença que afeta a capacidade do corpo em utilizar o açúcar (glicose) disponível no sangue para gerar energia. A medicação recebeu o nome de TAK-875.</p>
<p>Segundo a pesquisa divulgada na edição desta semana da revista médica “The Lancet”, a droga é capaz de controlar o nível de açúcar em circulação sem deixá-lo baixo demais durante os momentos de jejum &#8212; efeito colateral comum a remédios tradicionais para o tratamento da doença como as glimepiridas.</p>
<p>O tipo 2 é a forma mais comum da doença e afeta 90% dos 285 milhões de diabéticos no mundo. É causada por uma resistência do corpo à ação da insulina, a substância responsável por permitir a entrada do açúcar do sangue nas demais células do corpo.</p>
<p>A droga ainda está em fase de experimentos clínicos, coordenados pela Faculdade de Medicina da Universidade de Michigan. Na fase 2 dos testes, os pesquisadores contaram com 426 pacientes.</p>
<p>Depois de 12 semanas, os pacientes que tomaram TAK-875 apresentaram queda nos níveis de hemoglobina glicosilada – testes sobre essa substância mostram quanto açúcar ainda se encontra ligado à hemoglobina, a substância dentro das células vermelhas do sangue que transporta o oxigênio.</p>
<p>O medicamento apresentou poucos efeitos colaterais e os níveis de hipoglicemia (pouco açúcar no sangue) foram os mesmos que os apresentados por pacientes que receberam placebos.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Médico testa nova teoria sobre eficácia de 3 minutos de exercícios semanais</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 12:25:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Assessoria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo pesquisas, pessoas com determinada configuração genética podem se beneficiar de sessões intensas e curtas de exercício. Sessões semanais de exercícios intensos, com duração de apenas alguns minutos cada uma, seriam suficientes para que você obtenha muitos dos benefícios obtidos com horas de ginástica convencional, segundo concluíram estudos recentes. Mas esses efeitos benéficos sobre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.helplink.com.br/noticias/wp-content/uploads/2012/03/Exercicios.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3266" src="http://www.helplink.com.br/noticias/wp-content/uploads/2012/03/Exercicios.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Segundo pesquisas, pessoas com determinada configuração genética podem se beneficiar de sessões intensas e curtas de exercício.</p>
<p>Sessões semanais de exercícios intensos, com duração de apenas alguns minutos cada uma, seriam suficientes para que você obtenha muitos dos benefícios obtidos com horas de ginástica convencional, segundo concluíram estudos recentes.</p>
<p>Mas esses efeitos benéficos sobre a sua saúde e forma física são condicionais à sua configuração genética, ou seja, os especialistas dizem que apenas indivíduos com determinados genes conseguem se beneficiar do programa.</p>
<p>Quando li pela primeira vez estudos que diziam que eu poderia melhorar minha forma física de maneira significativa e mensurável fazendo apenas três minutos de exercícios intensos por semana, fiquei incrédulo.</p>
<p>Mas essa alegação aparentemente absurda tem como base muitos anos de pesquisas feitas em vários países, incluindo a Grã-Bretanha. Resolvi testar a teoria.</p>
<p><strong>HIT</strong><br />
O especialista que me acompanhou durante o experimento é Jamie Timmons, professor de Biologia do Envelhecimento na Birmingham University, em Birmingham, na Inglaterra.</p>
<p>O programa de exercícios chama-se High Intensity Training (Treinamento de Alta Intensidade ou HIT, na sigla em inglês).</p>
<p>Timmons me assegurou de que fazendo apenas três minutos de HIT por semana durante quatro semanas consecutivas eu notaria mudanças sensíveis em vários indicadores da minha saúde.</p>
<p>O primeiro indicador &#8212; e o que mais me interessava &#8212; era a minha sensibilidade à insulina. A insulina remove o açúcar do sangue e controla a gordura no organismo. Quando ela deixa de produzir efeito, você fica diabético.</p>
<p>Meu pai era diabético e morreu por complicações decorrentes da doença.</p>
<p>Timmons foi enfático. Segundo ele, pesquisas feitas por vários centros mostram que três minutos de HIT por semana produzem uma melhoria de em média 24% na sensibilidade da pessoa à insulina.</p>
<p>De acordo com o especialista, a segunda melhoria que eu provavelmente notaria seria um aumento na minha resistência aeróbica &#8212; medida da capacidade dos pulmões e do coração de bombear oxigênio pelo seu corpo.</p>
<p>A resistência aeróbica é considerada um excelente indicador da saúde futura de uma pessoa, embora os especialistas não saibam explicar por quê.</p>
<p>&#8216;O que se sabe é que trata-se de um indicador muito poderoso da sua saúde futura&#8217;, disse Timmons.</p>
<p><strong>Teste genético</strong><br />
Então, se eu conseguisse melhorar minha sensibilidade à insulina e minha resistência aeróbica, minha saúde de maneira geral ficaria melhor.</p>
<p>Mas Timmons disse que existia um probleminha em potencial. Segundo ele, havia uma pequena chance de que eu não apresentasse melhoras na minha saúde. Não porque o programa HIT não funcione, mas por causa da minha herança genética.</p>
<p>Cada pessoa reage a exercícios de forma diferente. Em um estudo internacional feito com mil pessoas, pesquisadores pediram a participantes que fizessem quatro horas de exercícios por semana durante 20 semanas consecutivas.</p>
<p>A resistência aeróbica dos voluntários foi medida antes e depois do programa de exercícios. Os resultados foram impressionantes.</p>
<p>Embora 15% das pessoas tenham conseguido grandes avanços, 20% não apresentaram qualquer melhoria.</p>
<p>Os pesquisadores disseram que não havia indícios de que o grupo que não obteve avanços não tivesse se exercitado adequadamente. A equipe concluiu que o exercício simplesmente não produziu efeitos sobre a resistência aeróbica daquele grupo.</p>
<p>Timmons e seus colaboradores investigaram as razões por trás dessas respostas variadas e descobriram que muitas das diferenças podem ser relacionadas a um pequeno grupo de genes.</p>
<p>Com base nessa descoberta, eles desenvolveram um teste genético para prever quem tem mais chances de responder bem ao programa e quem não tem.</p>
<p>Fui convidado a fazer o teste, mas para evitar que minha resposta ao programa de exercícios fosse influenciada, Timmons só revelaria os resultados do teste genético após eu completar o meu programa de HIT.</p>
<p>Concordei. Foi colhida uma amostra do meu sangue. Também fui submetido a alguns outros testes para avaliar como estava minha aptidão física antes de começar o programa. Depois, comecei meu HIT.</p>
<p><strong>A todo vapor</strong><br />
Na verdade, HIT é muito simples. Você monta em uma bicicleta ergométrica, se aquece fazendo exercícios moderados por dois minutos, depois pedala a toda velocidade &#8212; o mais rápido possível &#8212; por 20 segundos.</p>
<p>Nova sessão pedalando por dois minutos para recuperar o fôlego e, depois, outros 20 segundos pedalando com força máxima.</p>
<p>Uma terceira sessão de dois minutos pedalando moderadamente e mais 20 segundos a todo vapor. Pronto, está encerrada a sessão semanal de HIT.</p>
<p>Mas como é que o HIT funciona? Timmons e outros pesquisadores com quem conversei acham que provavelmente esse tipo de exercício usa muito mais tecido muscular do que exercícios aeróbicos convencionais.</p>
<p>Quando você faz HIT, não está usando apenas os músculos da perna, mas também do parte superior do corpo, incluindo os braços e ombros.</p>
<p>Como resultado, 80% das células musculares do organismo são ativadas em comparação a exercícios como andar, correr ou andar de bicicleta moderadamente &#8212; onde estariam sendo ativadas de 20% a 40% das células musculares.</p>
<p>Exercícios também parecem ser necessários para quebrar os estoques de glicose do organismo. Eles ficam armazenados na forma de uma substância chamada glicogênio. Se você destrói esses estoques, abre espaço para mais glicose que é retirada do sangue e armazenada.</p>
<p>Um tanto quando cético, segui o programa de HIT durante quatro semanas, fazendo um total de 12 minutos de exercício intenso e 36 minutos de exercício moderado nesse período. Depois, voltei ao laboratório para ser submetido a novos testes.</p>
<p>Os resultados foram ambíguos. Minha sensibilidade à insulina melhorou significativamente &#8212; 24% &#8212; o que me deixou muito satisfeito. Mas minha resistência aeróbica não melhorou.</p>
<p>Fiquei decepcionado, mas Timmons não se surpreendeu.</p>
<p>É que o exame genético que haviam feito em mim tinha revelado que eu não responderia aos exercícios.</p>
<p>Não importa quanto exercício eu tivesse feito, ou que tipo. Minha resistência aeróbica não teria melhorado.</p>
<p>Vou continuar a fazer o HIT porque consigo ver os benefícios. O programa não é adequado a qualquer pessoa porque, embora seja curto, é extremamente intenso.</p>
<p>Antes de tentar qualquer novo programa de exercícios, especialmente se você sofre de algum problema físico, consulte seu médico.</p>
<p><em>*O médico Michael Mosley apresentou o programa Horizon: The Truth About Exercise, transmitido pela BBC na Grã-Bretanha no dia 28 de fevereiro</em></p>
<p><em>Fonte: G1</em></p>
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